quarta-feira, 22 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
LAMENTO GELADO E DORIDO
A NATUREZA, BASE DA VIDA
O nosso rio corre pelas suas margens num lamento gelado e dorido pela agressão desenfreada á natureza, o seu entorno é assim como uma paisagem mesclada de nuvens negras contaminadas. Visualiza-se o leito do rio e logo é espelhada na nossa mirada o efeito desolador de um “torpedo” de mato verde encalhado, e pelo flutuar na sua corrente de plantas daninhas, que roubam a pureza da cristalinidade das águas.
Mira-se mais além e deparamos com uma cratera enorme nos montes, donde são extraídas as riquezas da natureza, depois deixada ao abandono, não cuidando da sua saúde ambiental com a reflorestação da zona e a reposição do equilíbrio do meio ambiente fundamental para a sobrevivência do ser humano.
A paisagem ribeirinha tem recantos bonitinhos de verdura sempre harmoniosa para a visão panorâmica, mas no centro da sua artéria é assim como aquela personagem que bastava lavar só um pé, porque o outro remediava! Quando não se cuida da higiene completa do rio a natureza sofre, padece e adoece.
A largura do seu habitat está transformada num terrado desertificado sem qualquer motivo atraente e digno do seu historial, aonde o manto das suas areias finas e cristalinas adornavam as suas águas e davam beleza aos pés que as pisavam nos veraneios dos verãos. Está como aquela outra “mulher trás-me umas meias daquelas que o cães não gostem?”. Pois é, quem pisar aquele terrado com o pé descalço está sujeito a não poder vestir meias antes de lavar os pés.
A natureza, base da vida, tem sido vertiginosamente destruída, através da contaminação e degradação dos ecossistemas, num ritmo acelerado, é necessário e urgente reduzir o impacto ambiental para a obtenção de um desenvolvimento ecologicamente equilibrado para todo o planeta. O nosso rio necessita de uma urgentíssima e acelerada intervenção de purificação e tratamento de todo o ecossistema que o rodeia para bem da humanidade e do bem estar do meio ambiental em Ponte de Lima.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
PENSAMENTOS DE CHE GUEVARA
Os poderosos podem matar uma, duas ou três rosas, mas jamais conseguirão deter a primavera inteira.
MEMÓRIAS DE UMA VIAGEM TROPICAL
PASSAGENS DA MEMÓRIA D’UMA VIAGEM TROPICAL
Cinco da manhã, hora de partida rumo a Vigo com destino marcado até Havana/Cuba. Antes de iniciar viagem, todo o pessoal trouxe o passaporte? Nem todos falta um! Vou buscá-lo a casa... E o comandante não está no comando, esse com a ansiedade se marchou nas vésperas do dia aprazado.
Assim começou a bela viagem de férias, pela vez primeira, do grupo de limianos da Rampinha, a caminho de Cuba. Logo que aterramos no aeroporto de Varadero, soou ao ouvido de um “compincha” um verso duma canção “Quando saí de Cuba, deixei enterrado o meu coração” As aventuras e peripécias de seguida começam a ser rodadas e filmadas em películas de memória. O Comandante envolto na bandeira de Che Guevara, vai à revista das maletas e expõe os seus regalos para serem revisitados, desde perfumes até peças íntimas.
Na viagem de Varadero a Havana, muita dúvida e inquietude passou pelas mentes. Mal chegados a La Habana, logo passamos a ser “habaneros” no lindo hall do Hotel Plaza, recebidos com a famosa canção de Carlos Puebla “Comandante Che Guevara”. Com o entusiasmo já de si apoderado, alguém teve que levar a maleta do companheiro de quarto. Refeitos do cansaço da longa viagem de imensas horas, começa o recorrido pelas calles de Havana em que cada momento vivido passara a ser momentos gravados para sempre na amizade e na solidariedade do grupo.
Cinco da tarde em ponto, chegada de um a um ao Bar do Plaza, dia-a-dia das 10 noites e 11 dias, sem estar programado, tremendos encontros, feitos convívios, com estórias assombrosas e imprevistas. Pessoal, hoje fizemos contrato com um grupo musical que canta a música “Coimbra”, às tantas horas estão cá. E como vamos cumprir o contrato? Deu raia porque o “Cachet” não foi bem negociado e não houve actuação. Tremenda confusão, logo sanada pela visão e boa vontade daquele que discretamente era o timoneiro do grupo.
Paisagem deslumbrante lá da açoteia da casa do António, uns brindes de recepção e de apresentações, com uns tragos de rum, e conversas pitorescas e algumas anedotas rocambolescas à mistura. Daí partimos os “alcunhados de 3ª. Idade” até ao famoso “El Pátio da Catedral”, uma bela tarde de música ao vivo, um fabuloso sorteio de uma estatueta, premiada para os quatro “habaneros” de Portugal, num dos locais mais belos e agradável do Centro Histórico de Havana.
Antes que o rolo do filme acabe, uns slides da aventureira viagem tropical: Em dois carros alugados, vamos até Varadero, não houve lagosta para ninguém, só uns furos nos pneus durante o trajecto e guajiros (campesinos) nos seus cavalos empunhando o seu manchete (facão de mato). A fabulosa noite no Palácio da Salsa com a dança do abana “Cu” e com direito a desfilar pelo palco. O verdadeiro e deslumbrante espectáculo no mítico Tropicana um dos melhores shows de cabaret ao ar livre do mundo, autentico paraíso debaixo das estrelas. Na noite da despedida, o Cubaníssimo Jantar no Paladares com a solenidade adquirida para uma cerimónia de deixar a marca solidária limiana, e dizer até sempre Cuba! Não vamos gastar a fita toda do filme para que a lente da memória, de cada um do grupo de limianos, se projecte no seu diário da viagem a Cuba, nascida das sempre boas ideias, dos convívios e iniciativas, da eterna e sempre fabulosa Cervejaria Rampinha de Ponte de Lima.
terça-feira, 14 de junho de 2011
83º. ANIVERSÁRIO DE CHE GUEVARA
EM HOMENAGEM AO TEU 83º. ANIVERSÁRIO TE “DECIMOS” QUE A LUTA POR UM MUNDO MELHOR É POSSÍVEL!
Che Guevara faria esta terça-feira 83 anos, e o aniversário está a ser celebrado em Cuba com o lançamento de “Diário de um Combatente”. São as notas escritas pelo guerrilheiro enquanto liderava a revolução na Sierra Maestra
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