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domingo, 11 de dezembro de 2011

Os países da crise económica global no fundo do poço!

Os países da crise económica global procuram soluções políticas



11.Dez.11 :: Outros autores
D.E.W. Gunasekara
A actual crise do capitalismo é uma combinação de várias crises – crise da dívida, crise do défice, crise do comércio externo, crise do emprego, crise do investimento, crise das poupanças e crise do consumo – e agora crise de confiança. Todas as receitas para revitalizar as economias se mostraram negativas. O presidente Obama, que chegou ao poder para resolver a crise, nem sequer foi capaz de a dominar. Os criadores desta crise global estão à procura de soluções políticas, sem soluções económicas em vista e através da agressão e ofensiva militares.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

ISTO É DE PENSAR E DE MEDITAR!......

ISTO É DE PENSAR E DE MEDITAR!......
ANTES TÃO AMIGOS QUE ERAM, AGORA TEM A CABEÇA A PRÉMIO POR MUITOS DÓLARES, PARA OS ABUTRES PODEREM À VONTADE SUBTRAIR O PETRÓLEO DA LÍBIA E OUTRAS RIQUEZAS DO POVO LÍBIO


*”A hipocrisia selvagem de estes tempos é uma afronta para a humanidade que, enquanto isto siga sucedendo, está debaixo de uma grave ameaça e por isso recuperar a palavra e agitá-la é uma questão de resistência contra a selvajaria e a morte.”
Periodista argentina y corresponsal en su país del diario La Jornada. Es autora de “Los años del Cóndor”.

sábado, 27 de agosto de 2011

Assim se vão do País os cérebros jovens, essência do desenvolvimento e do progresso.

Assim se vão do País os cérebros jovens, essência do desenvolvimento e do progresso.

 Portugal: Jovens em fuga

MÁRIO QUEIROZ



Os novos emigrantes são na sua grande maioria jovens com graduação universitária ou técnico especializado a quem o seu próprio país não oferece espaço para o seu desenvolvimento pessoal. Muitos partem incentivados pelo optimismo que se vive no Brasil, para enfrentar a desilusão e o fatalismo que se respira em Portugal.

O grande investimento na educação feito por Portugal nas últimas duas décadas está indo  parar a saco roto. Ou vai parar no Brasil e, em menor escala, a outras antigas posições Portuguesas na África e na Ásia.

Para os menos qualificados, especialmente os pequenos comerciantes, motoristas de caminhão, operadores de máquinas para construção, pedreiros e electricistas, El Dourado é Angola, onde o dinheiro do petróleo e diamantes desatou em um dos maiores crescimentos económicos do mundo.

Macau é um outro destino que está começando a emergir como uma preferência para as vítimas da crise.  Ao abrigo de um acordo que durou cinco séculos, este enclave era "território chinês sob administração Portuguesa" até Dezembro de 1999, quando finalmente passou a plena jurisdição de Pequim.

Além do seu próprio desenvolvimento e da presença de diversas empresas Lusas, Macau é uma porta de entrada para a China aos investidores e comerciantes Portugueses.

Mas é no Brasil, onde a identidade cultural, mais os faz sentir em casa. "É sair de Portugal, mas não como ir para o estrangeiro", disse à IPS Ascenção Mafalda, uma pós-graduada da Faculdade de Letras de Lisboa que planeia emigrar.

Também os contactos com a forte comunidade lusa residente no Brasil fazem com que os jovens fujam da recessão, que deprimiu o crescimento económico em Portugal, vêem-lo como um norte promissor que fala a mesma língua.

A vantagem é emigrar para um país que é a oitava economia mundial, 94 vezes maior que Portugal, com uma população 18 vezes maior. Um mundo a ganhar e nada a perder, como no seu país estagnado, onde eles não têm emprego ou benefícios.

Uma grande vantagem em comparação com a Grécia, um país de tamanho similar e problemas de resgate económico e financeiro ainda maior do que Portugal, mas não tem um mundo que fala a sua língua, para onde emigrar.

Outros países da União Europeia, até agora uma alternativa, deixaram de o ser devido às suas  finanças sinuosas e a uma economia que está metendo água pelos quatro constados.

Em sua grande maioria, relata um relatório recente do jornal Público, de Lisboa, são pessoas que irão utilizar os três meses que o Brasil permite permanecer sem vistos a estrangeiros e, em seguida, começar a trabalhar indocumentados, porque o processo de obtenção de residência são extremamente complicados.

Embora existam diferenças, os Portugueses tem grande facilidade para imitar o sotaque brasileiro, ao qual se acostumaram a partir do bombardeio de telenovelas nos últimos 35 anos, enquanto que  para o Brasileiro é impossível imitar o português de Portugal.

Este factor é de grande importância no período em que se encontram em situação irregular ante as autoridades. Os portugueses passam despercebidos no meio de uma população que não os considera estranhos

O investigador Pedro Góis, da Universidade de Coimbra, explica que os portugueses no Brasil "não são estrangeiros, mas uma espécie de terceira categoria: existem os nacionais,os estrangeiros e o português."

Os portugueses que chegaram ao Brasil nos últimos cinco anos diferem das grandes vagas das décadas de 50 e 60, quando “o perfil tradicional do migrante, em geral, era de uma pessoa do povo” sustem o académico brasileiro José Sacchtta Mendes, autor do livro Laços de Sangue (editora Fronteira do Caos, 2010).

Na sua obra sobre os imigrantes Portugueses no Brasil afirma que "entre os qualificados, existem dois tipos perfeitamente detectados; os engenheiros civis ou electrónicos e os recentemente diplomados a nível de pós-graduado e doutorado, que irão desenvolver a sua carreira académica no Brasil, onde o ensino superior teve um boom enorme. "

Existe “uma necessidade de médicos que o Brasil não está produzindo a um ritmo desejável e um diploma europeu ainda é muito valorizado”, afirma Góis por outro lado, sublinhando que “na verdade, estamos exportando mão-de-obra mais qualificada do que as emigrações anteriores, porque a população portuguesa é agora mais formada”. ". (Fragmentos tomados de IPS)

PUBLICADO EM




CANTAR DA EMIGRAÇÃO



quarta-feira, 24 de agosto de 2011

OS TEMPOS DA BARBÁRIE

AQUI ESTÁ A FILOSOFIA DE JUDAS!
É O RETROCESSO AOS TEMPOS DAS DESUMANAS COBOYADAS

Ponen precio a la cabeza de Gadafi: 1,6 millones de dólares

24 AGOSTO 2011 3
Se acabaron las medias tintas y los discursos “humanitarios” y de supuesto respeto por la vida del Presidente de Libia. El Consejo Nacional de Transición (CNT) libio, con el apoyo de la OTAN, ofrece 1,6 millones de dólares a cualquiera que capture o mate a Muamar el Gadafi.
“El presidente del CNT, Mustafa Abdel Jalil, declaró que a quienquiera que entregue a Gadafi se le concederá automáticamente la amnistía”, afirma la agencia ANSA.
Em português:
Se acabaram as meias tintas e os discursos “humanitários” e do suposto respeito pela vida do Presidente da Líbia.
O Conselho Nacional de Transição (CNT) líbio, com o apoio da OTAN, oferece 1,6 milhões de dólares a quem capture ou mate Muamar Kadhafi.
“O Presidente do CNT, Mustafa Abdel Jalil, declarou que a qualquer que entregue a Kadhafi lhe será concedida automaticamente a amnistia”, afirma a agência ANSA.


Líbia: A agressão Imperial
Aclamada como vitória popular

24.Ago.11

http://www.odiario.info/wp-content/themes/default/images/raya_pret.gif
A entrada em Tripoli dos bandos do auto denominado Conselho Nacional de Transição e a ocupação da residência e quartel general de Muamar Kadhafi foram aclamados pelo presidente Obama, os governos da União Europeia e as media ocidentais como desfecho da cruzada libertadora da Líbia e vitória da democracia e da liberdade sobre a tirania e a barbárie.


Poucas vezes na Historia a desinformação cientificamente montada ao serviço de ambições inconfessáveis terá tido tanto êxito em transformar a mentira em verdade, ocultando o significado da agressão a um povo.
Desde o inicio em Março dos bombardeamentos selvagens a Tripoli, a oratória farisaica de Obama, Sarkozy e Cameron funcionou como cobertura de um projecto imperial que, sob o manto de pretensa «intervenção humanitária destinada a proteger as populações», tinha como predestinado objectivo tomar posse do petróleo e do gás, bem como dos importantes activos financeiros do estado Líbio.


Planearam o crime com muita antecedência. A «insurreição» de Benghazi foi preparada por agentes da CIA; comandos britânicos treinaram uma escória de mercenários armada pelos EUA e pela Grã-bretanha; a chamada Zona de Exclusão Aérea não passou de um slogan para facilitar a passagem pelo Conselho de Segurança e iludir o propósito da subsequente intervenção militar; a anunciada não participação da Força Aérea Americana, nos primeiros dias dos bombardeamentos, foi só uma farsa porque a NATO, que assumiu a direcção da guerra, é um instrumento dos EUA por estes controlada, e porque as próprias forças aeronavais estado-unidenses interviriam activamente nos bombardeamentos e na guerra cibernética.


Mas as coisas não correram como eles desejavam. Os «rebeldes» somente entraram em Tripoli transcorridos seis meses. As suas vitórias foram forjadas pela comunicação social. A NATO acreditava poder repetir o que aconteceu na Jugoslávia, onde os bombardeamentos aéreos forçaram Mihailovich a capitular. Kadhafi resistiu, apoiado por grande parte do povo líbio. Independentemente do balanço que se faça da sua intervenção na Historia em quatro décadas de poder absoluto, Muamar Kadhafi resistiu com bravura à agressão desencadeada pelas maiores potencia militares Ocidentais. A tropa fandanga do CNT foi um exército ficcional que somente avançava à medida que as bombas da NATO reduziam a ruínas as infra-estruturas líbias. Milhares de civis líbios foram massacrados nesta guerra repugnante.


Nos últimos dias, uma orgia de violência irracional atingiu Tripoli. O bombardeamento sónico, para aterrorizar a população, coincidiu com as bombas que caíam do céu. Os invasores submeteram a cidade a um saque medieval, matando, saqueando, violando, num cenário de horror. Os media europeus e norte americanos difundiam noticias falsas. A bandeira da corrupta monarquia senussita foi hasteada em Terraços donde «rebeldes» disparavam sobre o povo.


Os muitos milhares de milhões de dólares do povo líbio depositados na banca internacional foram confiscados pelos governos ocidentais.


Mas, para frustração de Washington e seus aliados, a resistência prossegue enquanto que o paradeiro de Kadhafi e outros responsáveis líbios, que não se submeteram, é desconhecido.


Sobre o CNT, um saco de gatos mascarado de governo provisório, chovem agora felicitações.


Cavaco Silva e Passos Coelho, obviamente, associaram-se a esse coro da desvergonha, cumprindo o seu papel de pequenos sátrapas coloniais.
Os Editores de odiario.info

"Esta crise vai durar uma década ou duas"

Eric Toussaint: "Esta crise vai durar uma década ou duas"
22 DE AGOSTO DE 2011 
O cientista político belga pede o cancelamento das dívidas dos países mais atingidos: Espanha, Grécia, Irlanda, Itália e Portugal
Pablo Waisberg
Diário Buenos Aires Económico

"Os directores do banco central disseram que a crise estava sob controle, mas eles mentiram, esta crise irá durar uma década ou duas", disse Eric Toussaint, um cientista político e presidente do Comité para a Anulação da Dívida do Terceiro Mundo. A previsão pode parecer temerária, mas há um ano foi ele quem disse a este jornal que o Velho Continente vivia uma "situação explosiva" e que a profundidade das mudanças económicas estaria em consonância com a magnitude dessas explosões.


Apesar de aparecerem os "indignados" em Espanha e na Grécia, as férias de verão serviram como uma válvula de segurança, de modo que "a mobilização social na Europa não atingiu o nível de Dezembro de 2001 na Argentina", analisou Toussaint  a partir de Genebra.

Qual é o nível de gravidade dessa crise?

É muito alto. É claro que os comentaristas, os governantes e os media dominantes e os chefes dos bancos centrais, que alegaram que a situação estava sob controle, mentiam de maneira evidente. Estamos um pouco na situação dos anos 30: o rebentar da crise foi em Outubro do ano 29, mas as bancarrotas bancárias desplotaram no ano 33 e entre '29 e '33 os líderes dos EUA disseram que tudo estava sob controle. Estamos em uma crise que vai durar uma década ou duas.

Quais são as causas?

As medidas económicas tomadas pelos governos na Europa e nos Estados Unidos nos últimos quatro anos.A crise começou em Junho / Julho de 2007 e atingiu o seu pico em 2008 com o Lehman Brothers, mas o forte golpe chegou à Europa em Outubro de 2008. Então os elos mais fracos da zona do euro caíram, começando com a Grécia, em seguida, Irlanda e Portugal, há alguns meses. Agora está vindo para a Itália e Espanha e volta para os Estados Unidos.


É uma crise sistémica?

É sistémica, mas não terminal. Nenhuma crise terminal do capitalismo é originada por si só. O capitalismo sempre passou por crises, porque elas fazem parte de seu metabolismo, mas o seu fim é o resultado da acção consciente dos povos e governos. Vamos passar por períodos de recessão, depressão, logo algum crescimento e uma nova queda.

Por que insistem em receitas tradicionais de ajuste que não deram resultado em 2008?

Porque a resistência a essas políticas é insuficiente.

Há possibilidade de sair desta crise com outro tipo de políticas? Eric Toussaint Waisberg entrevistado por Paul (The Washington Post, 16/08/2011)

Poderia ser uma saída tipo Roosevelt com um controle maior do crédito e medidas de disciplina financeira para forçar os bancos a separar-se entre bancos de investimento e de poupança. Além disso, uma imposição mais forte de impostos para os rendimentos mais elevados, com a consequente melhora das finanças públicas e redução das desigualdades. Também pode haver uma forma mais radical como nacionalizar o sector bancário e renacionalizar sectores económicos que foram privatizados na Europa e nos Estados Unidos nos últimos 30 anos. Isto, juntamente com o cancelamento das dívidas da Grécia, Portugal, Irlanda, Itália e Espanha.

 Vê possível alguma de essas duas saídas?

Tudo depende da mobilização social, que na Europa não atingiu o nível de Dezembro de 2001 na Argentina. Sem falar  dos Estados Unidos, onde não há grandes mobilizações sociais, mas sim o activismo social de extrema direita com o Tea Party. Embora me pareça difícil de acreditar que na América a população aceite o aprofundamento do neoliberalismo, por isso há que ver como foi a crise de 1930, onde as mobilizações e  os protestos só  chegaram entre  os anos de 1935 e 1936.


Publicado em 


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

La Mañanitas a Cantinflas - FELIZ ANIVERSÁRIO MEXICANO

México canta Las Mañanitas a Cantinflas no  centenário do seu nascimento
Chamava-se Fortino Mario Alfonso Moreno Reyes e nasceu em 12 de Agosto de 1911 na Cidade do México, mas na realidade todos o conhecemos como Cantinflas.
O cómico mexicano mais famoso e de maior êxito de bilheteira na história do cinema deste País, nasceu neste dia há 100 anos na Capital Mexicana onde os seus habitantes ressuscitam o “Charles Chaplin mexicano”
Hoje o seu País natal o recorda como o ícone que foi e se engalana comemorando o século de nascimento que cumpriria o actor. 

terça-feira, 9 de agosto de 2011

CHEGOU A HORA DE MUDAR

É HORA DE MUDANÇA!
A época actual da humanidade padece de um retrocesso civilizacional sem precedentes. Os povos do mundo estão a braços com dilemas profundamente atrozes como a pulverização da pobreza, da fome, do desemprego e da rapina agressiva do imperialismo das riquezas dos povos e dos países.
Alguns dados recolhidos demonstram a brutalidade e as catacumbas dos tempos actuais em que a humanidade está mergulhada:

Más de 29.000 crianças morreram  na Somália em apenas três meses
Na Somália, após mais de duas décadas de guerra civil e com  a situação de fome já declarada em cinco das suas províncias, o país Africano enfrenta uma catástrofe demográfica sem precedentes. Estimativas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças do EUA, mais de 29.000 crianças menores de cinco anos morreram nos últimos 90 dias. Da mesma forma, desde Janeiro, pelo menos 300.000 pessoas fugiram do país para escapar à seca e aos enfrentamentos armados. “Publicado em Cubadebate 5Ago2011”



Sabe o que é o capitalismo
ATILIO A. BORÓN

O capitalismo tem legiões de apologistas. Muitos o fazem de boa fé, produto da sua ignorância e pelo fato de que, como disse Marx, o sistema ser opaco e a sua natureza exploradora e predatória não ser evidente ante os olhos de mulheres e homens. Outros o defendem porque são os seus principais beneficiários e acumulam grandes fortunas graças às suas injustiças e desigualdades. Há outros (“gurus” financeiros, “opinólogos”, “jornalistas especializados”, académicos “bempensantes” e os diversos expoentes do “pensamento único”), que sabem perfeitamente os custos sociais em termos de degradação ambiental e humana imposta pelo sistema. Mas eles são muito bem pagos para enganar as pessoas e continuar a trabalhar incansavelmente.

Aqui estão alguns dados (e as suas respectivas fontes) recentemente sistematizados pelo CROP, o Programa de Estudos Internacionais Comparativos sobre a Pobreza, radicado na Universidade de Bergen, Noruega. O CROP está fazendo um grande esforço a partir de uma perspectiva crítica, para combater o discurso oficial sobre a pobreza elaborado há  mais de 30 anos pelo Banco Mundial e reproduzido incansavelmente pela grande imprensa, autoridades governamentais, académicos e "especialistas" vários .

População mundial: 6 800 milhões, dos quais:
• 1 020 milhões estão cronicamente desnutridas (FAO, 2009)
• 2 000 milhões não têm acesso a medicamentos (www.fic.nih.gov)
· 884 milhões não têm acesso a água potável (OMS / UNICEF 2008)
· 924 000 000 "sem-abrigo" ou em habitações precárias (UN Habitat 2003)
• 1 600 milhões não têm electricidade (Habitat da ONU, "Urban Energia")
• 2 500 milhões sem esgotos ou sistemas de esgotos (OMS / UNICEF 2008)
· 774 milhões de adultos são analfabetos (www.uis.unesco.org)
• 18 milhões de mortes por ano devido à pobreza, a maioria são crianças menores de 5 anos. (OMS)
· 218 milhões de crianças entre 5 e 17 anos, muitas vezes trabalhando em condições de escravidão e na perigosa ou humilhante como servos (OIT: Eliminação do Trabalho Infantil: Within Reach, 2006)
• Entre 1988 e 2002, os mais pobres 25% da população mundial reduziu a sua participação na receita mundial a partir de 1,16% para 0,92%, enquanto os opulentos 10% mais ricos acrescentaram as suas fortunas passando a dispor de 64,7-71,1% da riqueza mundial. O enriquecimento de uns poucos tem como reverso o empobrecimento de muitos.
• Apenas  6,4%  do aumento da riqueza dos mais ricos seria suficiente para dobrar as receitas de 70% da população mundial, salvando inúmeras vidas e reduzir as dificuldades e os sofrimentos dos pobres. Vamos ser claros: tal coisa seria alcançada se eles pudessem redistribuir o enriquecimento adicional produzido entre 1988 e 2002 dos 10% mais ricos do mundo, deixando intactas as suas fortunas ultrajantes. Mas, mesmo algo tão básico como isto não é aceitável para as classes dominantes do capitalismo global.

Conclusão: se você não lutar contra a pobreza (ou falar para a erradicar debaixo do capitalismo!) É porque o sistema segue uma lógica implacável centrado na obtenção de um lucro, que concentra a riqueza e aumenta constantemente a pobreza e a desigualdade económica -social.
Depois de cinco séculos de existência é isto que o capitalismo tem para oferecer. Que esperamos para mudar o sistema? Se a humanidade tem um futuro, será claramente socialista. Com o capitalismo, no entanto, não há futuro para ninguém. Nem os ricos nem os pobres. A sentença de Friedrich Engels, Rosa Luxemburgo "socialismo ou barbárie" é hoje mais actual e vigente do que nunca. “Publicado por Granma em 9Ago2011”





114.500 milhões é o número que representa a dívida dos EUA no passivo a descoberto. Embora seja de fato um grande número, é difícil visualizar o tamanho da dívida por que passa actualmente os Estados Unidos.
É por isso que a página usdebt.kleptocracy.us, faz um trabalho interessante, explicando graficamente os grandes volumes que são manejados no mundo financeiro – em especial da dívida.Depois de ver estes exemplos tão didácticos, não ficará  a menor das dúvidas o quão sério é o problema.

Pegando numa frase postada no Facebook ‎"O nosso problema é que queremos que tudo dure para sempre, quando a essência da vida é a mudança!"Para estancar a degradação civilizacional é mais que hora de lutarmos para a mudança do sistema de sociedade neoliberal que está a afundar a humanidade para o abismo do desumano. A crise sistémica do capitalismo só terá fim se os povos do mundo disserem, basta já, aos senhores da ditadura do poder económico e financeiro, de  se apoderarem das riquezas que pertencem ao povo. E começar a construir a mudança para uma vida melhor.